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terça-feira, outubro 15, 2019

Último post do blog!

outubro 15, 2019 0 Comments
Oi, gente! Comecei esse blog dez anos atrás e tanta coisa aconteceu de lá para cá. Com o boom das redes sociais e a alta dos vídeos, os blogs foram ficando de lado, mas eu ainda amo toda a estética e simplicidade da blogosfera. Penso que encerrar o blog com um número redondo é uma boa maneira de recomeçar - não é mesmo? Então, inspirada por algumas blogueiras que acompanho há anos e outras que comecei a seguir recentemente, resolvi enfim colocar em prática esse desejo que já sinto há um tempinho e colocar um ponto final aqui. E, pra variar, quero terminar com uma lista de coisas que fiz e aprendi nessa década:
  1. Em 2009 eu tinha 14-15 anos (considerando que faço aniversário em 03 de agosto, no segundo semestre do ano, quase no meio, é sempre meio confuso falar da idade, rs), estava no primeiro ano do ensino médio, era uma garota super tímida cuja mãe levou para a primeira aula de dança do ventre.
  2. Em 2010, já com um ano de dança do ventre, eu me sentia mais segura em iniciar novos projetos, e foi nesse ano que decidi procurar uma forma de publicar meus livros. Só consegui publicar um, Momentos dos Delírios, um infanto-juvenil de 160 páginas que chegou em minhas mãos no final do ano, pouco antes das férias. Foi uma das maiores realizações da minha vida!
  3. Em 2011 eu vivi todas as desilusões de autora iniciante, comecei a dar uma atenção maior para o meu blog, visto que ele enfim estava recebendo visitas, e conheci muita gente nova, tanto online quanto no dia a dia. Tive meu primeiro contato com a imprensa, com o setor público, arrumei meu primeiro emprego, mas eu ainda era muito leiga para entender como os interesses alheios funcionavam. Também sofri desilusões amorosas e amizades se quebraram, enfim, foi tudo bem turbulento. No final, enfim terminado o ensino médio, eu só queria me isolar do mundo.
  4. Em 2012 eu vivi para o trabalho, poucas amizades, sem expectativa de fazer faculdade e tive novas desilusões amorosas, rs, antes tivesse ficado solteira. O que eu mais senti nesse ano foi a falta da dança, visto que os horários da minha agenda entraram em conflito. No final de julho eu finalmente pedi demissão do meu primeiro emprego e comprei meu primeiro notebook, para escrever e viajar com ele. Os meses que se seguiram foram cheios de emoções  conflituosas.
  5. Em 2013 resolvi tentar fazer faculdade e optei pelo curso de jornalismo, mas só ingressei no segundo semestre. No primeiro eu estava tomada pela depressão, a única coisa que me tirava da cama eram as aulas de dança. Felizmente, foi também nesse ano que eu conheci meu atual marido e companheiro, meu melhor amigo, Everton; e ingressei no meu primeiro estágio em redes sociais, graças ao meu blog!
  6. Em 2014 meu marido realizou alguns dos meus sonhos: me levou para vários eventos de dança que eu tinha vontade de conhecer, com artistas de prestígio, e me deu de presente um curso intensivo de aprofundamento em dança tribal. Também neste ano eu comecei a estudar inglês, o que fez muita diferença na minha vida. Infelizmente, fui demitida do meu estágio em setembro.
  7. Em 2015 eu me comprometi com a dança, comecei a dar aulas para iniciantes, iniciei vários projetos agregando meus estudos em comunicação, redigi artigos e me expus mais em apresentações solos e eventos públicos, também criei minhas redes sociais como dançarina, incluindo meu canal no Youtube, página no Facebook e Instagram, e um blog anônimo, extinto Tribal Archive. Ah, também tirei habilitação para dirigir! Mas não dirigi até hoje, rs.
  8. Em 2016 eu e meu atual marido resolvemos morar juntos, iniciei um novo emprego como mídia social numa agência de publicidade e marketing local e... bombei na faculdade. Em maio, desisti de frequentar as aulas e em agosto eu finalmente pedi demissão do emprego. Estava tão infeliz! Mas em outubro de 2016 fui convidada a participar e administrar as intervenções de dança tribal na taberna da Feira Entre Mundos, uma parceira que perdura até hoje e que me abriu muitas portas no mercado de eventos e na área da dança nos anos seguintes.
  9. Em 2017 eu produzi muitos eventos dançantes e participei de vários festivais de cultura alternativa como dançarina e oficineira, fiquei muito feliz! Também assumi a autoria do blog Tribal Archive, que por sua vez virou meu TCC, e resolvi tentar seguir como autônoma ao invés de procurar outro emprego, então abri meu CNPJ como MEI (Microempreendedoria Individual). Colei grau no começo do ano e apresentei meu TCC no segundo semestre, que foi quando fui convidada a dar aulas no Portal do Egito, uma escola que eu admirava muito!
  10. Em 2018 eu ministrei aulas e participei no festival do Portal do Egito, encerrei o projeto Tribal Archive e fui convidada a participar da produção da Feira Entre Mundos. Também neste ano, eu fiz minha primeira viagem internacional para Buenos Aires - ARG e eu e meu marido casamos no cartório!
Apesar de todos os altos e baixos, é muito bom poder olhar para trás e ver quantas realizações eu somei até então. Como vocês podem ter percebido, também estou completando uma década de dança. Ainda estou eliminando as disciplinas pendentes de 2016, mas é para eu estar com meu diploma da graduação em mãos no próximo semestre. Enfim estou tendo alguma renda como MEI, mas já não me sinto satisfeita com o meu trabalho na dança. Tenho desejado me aprofundar mais, estou um pouco cansada das apresentações cênicas, enfim.

Neste ano de 2019 eu fiz mais um estágio, desta vez num Instituto Federal de Educação, e abracei mais um projeto, a Casa Céu. Refleti muito sobre o que eu quero para mim, para o meu próximo ciclo, para a minha dança. Eu quero amadurecer como mulher, como artista e como pesquisadora. Eu quero continuar estudando e crescendo e ajudar os outros a se desenvolverem com suas paixões também. Então, para dar lugar a novas ambições, preciso encerrar alguns projetos, e este blog é um deles.

Muito obrigada para quem me acompanhou até aqui!

domingo, setembro 29, 2019

Piercing no septo com desvio

setembro 29, 2019 0 Comments
Para quem é adepto de modificações e artes corporais como piercing e tattoo, o negócio é o seguinte: a gente pensa bastante para fazer a primeira vez, depois não queremos mais parar!

Anos atrás eu estava convicta que só teria um piercing no tragus e um no umbigo, até por conta das complicações que tive com inflamações, período de cicatrização, enfim, mas recentemente me peguei desejando um piercing no septo. Primeiro que enjoei dos outros furos, é como se os piercings já fizessem parte de mim; segundo que no meio da dança tribal é bem comum esse estilo de piercing e de tanto ver me deu vontade de ter um.

com meu piercing falso
Mas a ideia de passar pela dor, o receio de inflamar de novo e tudo mais me fez pensar bem. Por fim, o que me fez decidir foi conhecer o Garden Custom em Jundiaí e o trabalho da Camila Barbieri, que só fura com titânio e tem umas joias lindas, além do processo de anodização, que deixa a joia na cor que você quiser. Difícil resistir, né? Aí fui lá com toda a coragem fazer meu furo.
Todavia, tem um pequeno detalhe que eu não considerei quando pensei em furar o septo: se você tem desvio de septo, corre o risco do piercing ficar torto. E, adivinhe? Eu tenho um leve desvio (até concluí que deve ser por isso que tenho a voz um pouco nasal). Isso me deixou bem frustrada, de verdade, porque dá uma p*ta agonia ver o piercing torto.

antes do furo
Antes de decidir furar, resolvi experimentar um piercing falso para ver se iria me adaptar. O falso pelo menos fica no lugar, rs. Bem, mas eu já estava lá, a joia estava no processo de anodização e enfim, furei. Dentre as recomendações, não tocar no piercing, não dormir em cima dele, evitar comidas gordurosas... segundo dia e eu já tinha dado de cara com o travesseiro, meu nariz até sangrou; nada do inchaço reduzir e na maior agonia, girei o captive para a pedrinha ficar centralizada, kkk. "O lado bom é que se me incomodar muito, é só tirar, não é mesmo?' pensei. Então, aguardei, esperançosa.

enfim no lugar

Terceiro dia eu fiz as pazes com meu piercing, mas escorreguei na alimentação, não aguentei e tomei  uma taça de vinho. Depois, pronto, que perdição. Todavia, se a gente for cortar de vez tudo que o que é recomendado, não sobra muita coisa. O ideal é balancear a dieta, evitar os excessos, mas deixar de comer é um pouco difícil. Agora já faz uma semana que furei e estou só amores com meu piercing, o inchaço reduziu, não sinto mais dor e está bem mais tranquilo fazer a limpeza.

Eu tinha 14 anos e não tinha nem orelha furada, olha só. Hoje, dez anos e poucos mais depois, tenho dois furos em cada orelha, um piercing no tragus, um no umbigo e um no septo. Qual será o próximo? Já me peguei namorando um microdermal, tão fofo!

terça-feira, setembro 24, 2019

#HomeOffice / Meu Planner 2020 by Vipapier / Modelo Garden

setembro 24, 2019 0 Comments

2020 será mais um ano com planner! Aderi de fato ao uso de planners e estou adorando, todavia, ainda sinto falta por vezes de escrever diário - anotar sonhos e contar coisas do dia a dia. Com o uso do Instagram reduzi bem as postagens aqui no blog e também tenho me desafiado a gravar vídeos. Então essa postagem vai para atualizar sobre minhas comprinhas de papelaria e meu home office :)



Para 2020 eu escolhi continuar com a Vipapier. Apesar de adorar coisinhas fofinhas e ter acompanhado o lançamento de outras marcas, o estilo da Vipapier ainda é o meu favorito.

comprando no lançamento, o planner acompanha bloquinhos de anotações e cartela de adesivos
uma das coisas que eu amo é essa possibilidade de personalizar com o nosso nome <3
para 2020 tem 4 modelos diferentes, eu escolhi o Garden, com capa floral e animal print + fita, elástico e aro rosê
também tem wallpaper para celular e desktop combinando <3
Para ver o interior do planner, assiste o vídeo:


Meu Calendário de Mesa Meg & Meg

Também comprei um novo calendário de mesa! Neste ano de 2019 usei o calendário do viajante d'O Verbo Studio e adorei a experiência. Para 2020 escolhi um da Meg & Meg, uma marca super fofa <3


no verso de cada mês tem uma página para anotações <3

Meu Home Office

Se compararmos com as imagens anteriores, não tem muita diferença. O volume de caixinhas aumentou, bem como os livros (preciso desapegar de alguns!) e o mancebo de figurinos está uma vergonha (mas já tá nos planos comprar um daqueles móveis modulados de closet e cabideiro hehe). Também tenho desejado uma mesa maior desde que comprei essa cadeira diretor da Mobly <3

meu cantinho favorito <3

segunda-feira, setembro 02, 2019

Caminhos após a primeira graduação

setembro 02, 2019 0 Comments
colação de grau em 2017
Ingressei no curso de bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo em 2013 na atual Unifaccamp, com previsão de conclusão para este semestre. Interrompi o curso por um período e retomei com a ânsia de continuar estudando e fazer uma pós-graduação.

Acompanho o programa de mestrado de Linguagens, Mídia e Arte da PUC desde seu lançamento, em 2015. Tenho trabalhado num projeto de pesquisa interdisciplinar sobre dança, comunicação e mídia e por este motivo me identifiquei muito com a Limiar.

Todavia, não me sinto preparada o suficiente para um mestrado, então penso em tentar uma segunda graduação/licenciatura numa universidade pública, em especial na área da dança — minha primeira opção seria a Unicamp. Acredito que toda a vivência acadêmica e no corpo irá me habilitar a falar com mais autoridade no assunto no desenvolvimento do meu projeto de mestrado.

Mas, tenho mais algumas ressalvas. Em minhas buscas por artigos, matérias, vlogs e blogs me deparo com muito do mesmo: como passar na prova, exame, entrevistas, como estudar. Não tenho problemas com leitura, escrita, pesquisa. Meu problema é: como arcar com as despesas se tenho que me dedicar em regime integral? E não me diga que há a opção de trabalhar e estudar, porque não dá, não morando em Jundiaí e estudando em Campinas... posso manter parte dos meus freelas, mas não é o suficiente.

Já considerei estudar e trabalhar em São Paulo-capital, mas hoje não mais. Não é uma opção.

E ninguém cita uma segunda graduação como um caminho possível, parece não ser recomendável, a não ser que você queira mudar de área. E o pior é que eu sou a primeira acadêmica da minha família, e meu marido não vê a menor vantagem em gastar tempo e dinheiro numa pós ou numa licenciatura na área de artes.

Estou sozinha nessa...

Avaliando os cenários possíveis, qual o pior que poderia acontecer? As respostas são muitas. Mas ao invés de pensar o lado negativo, quero parar de sofrer por antecipação e fazer um passo de cada vez. Tal como me comprometi a terminar a graduação.

Por mais que delineamos um plano de estudos, é natural que ele se molde às nossas necessidades e com o passar do tempo podemos pular etapas ou, no meu caso, acrescentar. Não há nada de errado nisso. Não estudo pelo título, ou visando uma posição melhor no mercado de trabalho, eu adoro ser autônoma. Estudo pela realização pessoal.

Adoro ler currículos e pensar todos os caminhos que cada um trilhou para chegar onde está. Gostar de estudar é pensar longe e cada pessoa é única. Não existe aluno bom e aluno ruim, existe formas diferentes de aprendizagem assim como cada professor tem a sua metodologia.

Melissa Souza, 25, jornalista por formação, pesquisadora na área da dança e comunicação, futura professora com licenciatura e mestrado: é assim que me vejo :)

terça-feira, julho 23, 2019

Aceitamos o amor que acreditamos merecer

julho 23, 2019 0 Comments
Hoje eu assisti As Vantagens de ser Invisível. De novo. Esse filme é tão fofo, e me faz chorar o tempo todo. Por identificação, talvez? Provavelmente. O livro também é ótimo, o autor tem toda uma leveza para tratar de temas tão delicados, e pesados. Só quem passou por algo similar compreende. O filme é bem fiel à literatura e os atores são ótimos.

No final das contas, a gente só quer se sentir menos só. Encontrar alguém para compartilhar angústias, ter um ombro amigo para chorar. A gente só quer se sentir parte de algo, encontrar a nossa tribo, mesmo que seja a turma dos deslocados. E queremos saber que está tudo bem ser diferente, que tudo passa.


Charlie, o protagonista, lida com muita pressão. Seu melhor amigo cometeu suicídio. Sua tia morreu num acidente de trânsito. E no primeiro ano de ensino médio ele assiste a luta dos demais jovens para entrar numa boa universidade. E vê seu amigo sofrer com o coração partido. Ele não concorda com o relacionamento da irmã. E sabe que a mãe já cortou os pulsos.

Ainda que escreva, faça amigos e tenta algumas fugas pelos tóxicos, uma hora todo o sentimento ressentido se acumula e a dor é tanta que a gente não sabe o que fazer para parar. Eu não consigo parar de pensar, ele diz.

domingo, maio 19, 2019

O IFSP Jundiaí e eu

maio 19, 2019 0 Comments

Depois de quase 3 anos trabalhando de forma autônoma, me inscrevi numa vaga de estágio em Comunicação no Instituto Federal de Ciência, Educação e Tecnologia de São Paulo câmpus avançado Jundiaí. Apesar de ser uma escola presente em todos os estados brasileiros, ainda é pouco conhecida. Os IF's oferecem ensino técnico, superior e pós-graduação. O câmpus Jundiaí ainda não possui prédio próprio, chegou na cidade em 2014, e por enquanto oferece ensino médio integrado ao técnico e técnico para jovens e adultos, além dos programas e projetos vigentes na instituição. Fica localizado no Complexo Argos.

Como estagiária de Comunicação, eu escrevo notas para o site e Facebook, cubro os eventos do câmpus e coordeno um projeto de jornal escolar com os alunos. Também tenho a intenção de oferecer oficinas e workshops abertas ao público e estabelecer um projeto de dança étnica contemporânea como forma de comunicação corporal. Iniciei há pouco mais de um mês e ainda estou me adaptando com a rotina, os processos, fazendo reconhecimento de como as coisas funcionam por lá, mas já posso dizer que estou gostando bastante da experiência.

O jornal InFormAÇÃO é feito pelos alunos do ensino médio integrado ao técnico de Logística
Os trabalhos dos alunos ficam em exposição em todo câmpus

O saguão é onde se concentram durante os intervalos
Abri mão das aulas de dança e dos freelas para poder cumprir meu estágio de meio período, parece pouco, mas dedico a mesma energia que com um emprego de período integral, afora que tenho feito o deslocamento a pé, e é bem desgastante. Inevitavelmente, acabo levando trabalho para casa, e somando com os deveres da faculdade. Estou fazendo aulas todos os dias a noite, e tutoria aos sábados. Ou seja, nada de folga.

De certa forma, eu estava sentindo falta disso. Trabalhar na captação de clientes é muito estressante, e por enquanto eu não tenho a intenção de voltar a trabalhar em agências ou redações de mídia. Sempre visei trabalhar com comunicação interna ou educação. No Instituto eu somo ambas as experiências. E ainda se trata de uma organização pública - o que não é muita novidade para mim, considerando que eu sou casada com um servidor municipal da Educação, mas já dá para ter uma ideia de como seria se eu prestasse um concurso.

A biblioteca Clarice Lispector tem mesas de estudos e acervo de livros, revistas e jornais

Afora as salas de informática, também tem computadores de livre acesso na biblioteca
Na última semana tivemos uma palestra sobre depressão e ansiedade com uma psicóloga voluntária
Na primeira semana eu estava super agitada, correndo contra o relógio, sendo que lá os prazos funcionam de uma forma diferente. Agora posso dizer que estou me organizando melhor, mas ainda preciso acertar os horários. Uma coisa boa é que estou mais sociável. Percebi o quanto estava antissocial antes do IF, não falava com ninguém na faculdade, não interagia nas aulas, nem com os professores, ficava de cara fechada. Até saí de um grupo e quase deixei de entrar em outros. Depois de iniciar o estágio, comecei a puxar papo, responder perguntas em voz alta, pedi humildemente para as meninas me incluírem no grupo delas, e agora as coisas tem caminhado de forma positiva.

Minha mente sempre volta ao que aconteceu no primeiro semestre de 2016. Não quero que aquilo se repita.

Minha trajetória na educação pública

Estamos vivendo um período político importante para a história do país, e refletir sobre as ações do governo faz parte deste processo. A educação está sendo impactada de forma negativa e a situação por se agravar se o corte de custos for mantido no próximo período. O Instituto Federal suspendeu atividades por tempo indeterminado e muitos câmpus podem vir a fechar as portas até setembro. Diante deste cenário, professores, estudantes e pesquisadoras fizeram uma greve na última quarta-feira, mobilizando escolas de todo o país.

Confesso que eu não costumo ir as ruas e participar de manifestações, mas apoio a iniciativa, de verdade. Para quem pensa que o ato político não leva a nada, a meu ver, serve ao menos para conscientizar a população. Uma coisa somos nós, envolvidos na educação, que estamos vivendo e sentindo na pele este momento, mas acredito que muitos nem estavam cientes dos cortes na educação, ou nem compreende os prejuízos de fazê-lo.

Instituições particulares também se juntaram a causa, até porque de certa forma também sofrerá as consequências disso, principalmente na verba dos bolsistas. Hoje eu faço faculdade particular, mas estudei a vida toda em escolas públicas municipais e estaduais. O primeiro ciclo no ensino fundamental tive numa escola municipal em Extrema-MG, o segundo fiz uma estadual em Várzea Paulista-SP. A diferença da qualidade e condições de ensino são gritantes, principalmente quanto a superlotação das salas de aulas e as estruturas degradantes. Ainda assim, prezo pelos bons professores que me orientaram toda a vida.

Confesso que um dos motivos que me fez optar pelo curso de Comunicação ao invés do de Letras foi porque eu não conseguia me ver atuando como professora na rede pública. Minha remuneração como estagiária não é suficiente para cobrir minhas despesas com a faculdade, um dos motivos de eu ir a pé é poder economizar o vale transporte. Mas, se para mim parece ruim, para os professores é ainda pior. Os salários e benefícios oferecidos não são compatíveis com o tanto de esforço e empenho que eles dedicam para lecionar. Na rede estadual chega a ser vergonhoso.

Apesar das minhas opções de estudo, tenho cobiçado fazer um mestrado, e não sei como poderia tornar isso possível sem uma bolsa. Não entra na minha cabeça como pode haver cortes do orçamento diante de tanta carência de recursos. Escolas estão sendo fechadas, alunos estão perdendo as esperanças de estudar, muitos já desistiram dos estudos em favor da necessidade de trabalho. Esses cortes só vão contribuir para a desigualdade social no país.

segunda-feira, março 11, 2019

#Vlog Comunicação, Mídia e Jornalismo: Curso e Carreira

março 11, 2019 0 Comments
No vídeo de hoje eu falo um pouco sobre o curso e mercado de trabalho de comunicação e jornalismo, literatura e jornalismo especializado com enfoque em jornalismo econômico / de finanças. Me conta o que vocês acharam nos comentários!



Obras comentadas:

segunda-feira, março 04, 2019

#Vlog: Humor e Criatividade em Apresentações

março 04, 2019 0 Comments
O primeiro vlog do canal, propriamente falando, é sobre humor e criatividade em apresentações. Gravei este vídeo após assistir a estreia de uma amiga no Stand Up Comedy, gênero que vem ganhando bastante visibilidade por aí. Minhas primeiras referências de comédia foi uma peça da Chris Linnares e um livro de redação. Concluo o vídeo com a leitura de uma crônica de Jô Soares:


Já sei que preciso melhorar o áudio e abrir as janelas para gravar com mais claridade. Vou melhorar, prometo!

Livros indicados:

quarta-feira, fevereiro 27, 2019

Vlog

fevereiro 27, 2019 0 Comments
Se você pensa em fazer faculdade para arrumar um emprego e/ou ganhar melhor, então você tá indo para a faculdade pelos motivos errados. Não é um diploma que vai fazer você conseguir O emprego, mas a sua rede pessoal de contatos. O que vai te fazer manter o emprego e, quem sabe, crescer na área, são as suas competências profissionais.

Dito isso, vamos começar.

Acho que entrei no curso errado, mas agora é muito tarde para começar de novo, só falta um ano para eu terminar, então estou concentrando minhas expectativas numa pós graduação. 

Eu sempre gostei de escrever, até publiquei um romance infanto-juvenil, e por este motivo entrei no curso de jornalismo, eu tinha a ideia romântica de viver da escrita. Mas foi só pegar os primeiros jobs de redatora que eu mudei totalmente minha forma de pensar. Escrever para os outros é muito chato!! Eu também queria ser blogueira profissional, mas agora o que está em alta são os vídeos. E eu sou horrível para falar com as câmeras, então o que me resta é ficar atrás delas.

Espera, para tudo... eu posso começar um vlog. Sim, pois é, e foi isso que eu fiz:


Na realidade, eu não tinha a intenção de gravar um vídeo de apresentação. Mas como era o primeiro vídeo estilo vlog do canal, resolvi falar um pouco sobre mim, e na edição acabou dando mais que dois minutos, então achei melhor publicar o vídeo a parte. É esquisito porque parece que eu faço o tipo egocêntrica - me, me, me. Talvez eu seja um pouco mesmo.

Bem, não vou mendigar likes e inscrições, mas espero comentários sinceros e construtivos dos espectadores! :)

Obs. da periodicidade: de acordo com a minha disponibilidade e paciência para gravar e editar, assim como o blog aqui.

sábado, fevereiro 23, 2019

Eterna Lua de Mel

fevereiro 23, 2019 0 Comments
Começamos à namorar em agosto de 2013; em fevereiro de 2016 juntamos as trouxas e em novembro de 2018 nos casamos no papel. Não teve festa, nem noivado, sem tradicionalismos conservadores.

Nossa primeira viagem romântica foi com 3 meses de namoro, para Extrema-MG. Depois, em 2014, passamos uma noite em Monte Verde-MG. Em 2015 fomos para o Rio de Janeiro e, neste ponto, zelamos mais pela companhia um do outro e passamos menos tempo no quarto e na cama, rs. Em 2016 fomos pela primeira vez para Santos, e em 2017 passamos o ano novo em Bueno Brandão-MG. Por fim, em 2018 fizemos nossa primeira viagem internacional como casal, e visitamos Buenos Aires-ARG.
 
Bueno Brandão-MG
 
Extrema-MG

Joanópolis-SP

Monte Verde-MG

Rio de Janeiro-RJ

Santos-SP

Buenos Aires-ARG
Neste ano vamos conhecer a cidade Holambra, em Campinas-SP. Também temos planos de conhecer outras regiões do país, em especial o sul. Do exterior, Espanha, Portugal e Escócia estão em nossa listinha.

Independente das nossas viagens sazonais, celebramos a companhia um do outro a cada dia, comemoramos o início do nosso relacionamento todos os meses e, principalmente, comemoramos sem motivo, sem data certa, quando dá na telha. Adoramos conhecer novos festivais, casas, pubs, restaurantes e hamburguerias. Por vezes, até uma ida no mercado ou na faculdade se torna uma ocasião especial.

Feira Entre Mundos


Terraço Vinhedo
 
The Sims 4 <3





OrquiVárzea


Rockville


The Fiffts


Unifaccamp
Porque estar num casamento feliz é viver sempre em lua de mel.
Te amo, meu moreno, obrigada pelas experiências incríveis.

Pé na estrada! Primeira viagem juntos com 3 meses de namoro <3

Comprinhas da Miniso

fevereiro 23, 2019 0 Comments
Eu adoro mochilinhas! Mais do que bolsas de ombro e etc. E já fazia um tempo que eu andava angustiada porque não conseguia encontrar um modelo do meu gosto com valor acessível. Minha última mochilinha, a corujinha Edwirges, custou aproximadamente 300 reais, em 2013. Atualmente, modelos similares eu só estava encontrando entre 300 e 500 reais, e não disponho desse orçamento agora, rs, então fiquei sem :/ Quando eu e meu marido (na época namorido xD) fomos para Buenos Aires até tive a chance de comprar uma mochilinha super fofa numa das feirinhas de artesanato de lá, mas preferi reservar nosso orçamento para passearmos e comermos bem.

Então, quando soube que abriu uma franquia da Miniso em Jundiaí fiquei super contente! Já tinha ouvido falar sobre a marca em alguns canais do Youtube, em resumo, é uma loja especializada em utensílios domésticos e de consumo a baixo custo, de design japonês. Mas, engana-se quem pensa que só porque é "barato" = "não presta", fiquei muito satisfeita com as nossas comprinhas lá, e o que seria o valor de 1 bolsa rendeu para mil utilidades.

Simples, natural e de qualidade

Calcinhas <3

Relógio Digital com data e termômetro

Mochilinha!