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sexta-feira, novembro 30, 2018

Esquadrão DogHero: Operação Final de Ano

Em dezembro vai completar 1 semestre que eu me cadastrei no DogHero, disponibilizando o espaço do meu apê para hospedar cachorrinhos. Já que por enquanto não tenho condições de adotar um, e também como estou trabalhando em casa, a ideia era receber esses peludinhos durante a semana para me fazer companhia. Mas logo vi que precisaria do apoio do meu marido para dar conta do serviço, afora que precisamos fazer alguns investimentos para adequar nosso apartamento para a vinda dos pets. Também ajustamos os pré-requisitos da hospedagem conforme nossas experiências anteriores. 

Posso dizer que oficializamos nosso compromisso com o aplicativo ao assistir uma série de palestras na tarde de ontem num evento promovido pela equipe DH para todos os herois. Saímos de lá com uma camiseta de brinde, um certificado simbólico e muito empolgados com as hospedagens que virão!


O evento teve início com uma apresentação do CEO, Eduardo Baer, falando um pouco sobre o início da empresa, projeções e as novidades que estão chegando no aplicativo. Em resumo, a DogHero teve início em 2014 e atualmente está presente em 3 países: Brasil, Argentina e México. Agora, além da hospedagem, também conecta os clientes com passeadores. O aplicativo traz uma página personalizada do heroi, com avaliações, agenda de hospedagens e a caixa de mensagens, onde fazemos o orçamento e validamos a hospedagem, agora também com a opção de fazer check-in.

Meu perfil de anfitriã <3

Antes de confirmar a hospedagem, nós fazemos um pré-encontro. Ou tentamos fazer. É o momento de conhecer o pet e conversar com os tutores para saber mais sobre o bichinho, ver como ele vai se sentir no ambiente em que ficará e como reage com a presença de pessoas estranhas e outros animais.

Meu primeiro pré-encontro foi com a Lili e seus tutores, uma shitzu muito fofinha, mas que deixou minha gatinha amedrontada. A hospedagem não se realizou e eu fiquei muuuito mal. Aí, em Junho, a tutora da Isa fez contato para passarmos uma noite com ela, já que o hotel onde estava hospedada recusou a pequena. A Isa é uma shitzu carioca e já idosa, super comportada e que adora passear. Depois da Isa vieram as irmãs de criação Grecca e Cacau, uma yorkshire e uma shitzu super brincalhonas, a tutora delas trouxe brinquedinhos, a casinha delas, tapetes higiênicos, comidinhas e petiscos, tudo certinho. O período de hospedagem todo foi uma festa.

Senhora Isa sendo observada pela Fury, minha gatinha
As irmãs Cacau e Grecca, sempre juntinhas
Em Outubro recebemos a Belinha, uma filhote SRD branquinha e cheirando a talco. Cheia de energia e com dificuldades de fazer xixi no lugar certo. A hospedagem dela coincidiu com um evento que tínhamos, e sua tutora autorizou levarmos ela conosco e foi um sucesso, a estrelinha da festa. Com a Belinha, surgiu o interesse de outros tutores de filhotes. Isso porque, por não serem castrados e não terem tomado todas as vacinas ainda, deixá-los em casas com outros cachorrinhos não é o ideal. Com isso, recebemos a Duda, uma pug pretinha que adora morder. Agora, no Natal, receberemos a Lola, uma filhotinha de spitz alemão, já estou ansiosa :)

Belinha descobrindo a natureza

Duda mordedora

O Juarez foi o primeiro e único shitzu macho não-castrado que recebemos. Apesar de ser um bebezão fofo, tivemos problemas para controlar sua necessidade de marcar territórios pela casa. Por fim, conversei com seu tutor que não seria mais possível recebê-lo, e infelizmente fiquei sem avaliação por isso (o que prejudica o status no app). O pior é que eu já havia agendado um pré-encontro com o Flok, de mesmo perfil, e precisei recusar a hospedagem. É claro que nenhum papai e mamãe gosta de receber uma recusa, seja qual o motivo, mas considerando que se trata de um serviço particular, precisamos nos precaver também para evitar dores de cabeça.

Tanto o Juarez quanto o Flok foram os únicos que mostraram sinais de agressividade, este último em pouco tempo de pré-encontro rosnou, latiu, marcou território. Talvez por ter se sentido acuado num ambiente estranho, mas eu não podia correr o risco de repetir a experiência que tivemos com o Juarez. Dócil na maior do tempo, exceto quando contrariado. O Juarez não gostou de ouvir não.

Juarez, 3 aninhos
Para falar sobre comportamento canino e como lidar com esses episódios, o Esquadrão DogHero recebeu o Alexandre Rossi como convidado. Infelizmente o tempo da palestra se mostrou muito curto para cobrir todos os assuntos que ele havia preparado para nós, e parte do tempo foi perdido com a intervenção das heroínas presentes, que queriam levantar questões sobre experiências pessoais. A segunda palestra, com uma veterinária e anfitriã, tratou da organização e higienização da casa, e, mesmo demonstrando experiência no que faz, recebeu pitacos do público sobre o uso de produtores de limpeza específicos (com amônia), por exemplo. A última palestra foi sobre primeiros-socorros, alimentação, calendário de vacinas, infecções e as necessidades especiais de cachorinhos deficientes e idosos, achei muito proveitosa, mesmo com, mais uma vez, a intervenção de outras veterinárias presentes no público que insistiam em falarem sobre suas visões sobre os assuntos abordados, prejudicando a dinâmica do evento.

O que seria o coffee break ficou para o final do evento, e valeu a pena esperar: formos surpreendidos com uma variedade de pães, geleias, salgados folheados, café e refrigerante. Também tiramos uma foto, ganhamos camisetas de brindes e um certificado simbólico, como já havia dito. O espaço escolhido para a realização do evento foi o Meu Quintal, em Perdizes-SP. Particularmente, achei que o espaço ficou um pouco tumultuado com 150 anfitriões presentes, e espero que melhorem a logística do próximo encontro - estaremos lá :)

Eu e meu, enfim, marido :)

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